terça-feira, 28 de agosto de 2007

TÍTULOS VAZIOS

Recebi há pouco uma carta, convidando-me para um congresso em certa igreja. No bojo do convite estava escrito: “Você não deve e não pode perder o evento, porque não serão simples pastores a ministrar a Palavra e a oração, mas bispos, profetas e três apóstolos!”Pensei comigo: já vi esse filme antes. Quer dizer, ver eu não vi. Eu li. Conta-nos a bíblia, em Lucas 22.24-27, que os apóstolos estavam discutindo e polemizando no dia em que Jesus celebrava com eles a Ceia. Era um momento de extrema solenidade e grandioso significado. E em quê estavam ocupados? Em saber quem era o líder, quem era o maior. Jesus afirmou-lhes categoricamente: “Entre vós não será assim, antes o maior entre vós seja como o menor, e quem governa como quem serve”. (v. 26).Em outra ocasião, quando o Senhor fazia o célebre sermão contra os fariseus, declarou em alto e bom som: “Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi; porque um só é o vosso Mestre, e todos vós sois irmãos. E a ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque um só é o vosso Pai, aquele que está nos céus. Nem queirais ser chamados guias; porque um só é o vosso Guia, que é o Cristo.” Isto está em Mateus 23.8-10. Ou a minha bíblia está desatualizada (há tantas bíblias ao gosto do freguês hoje em dia, não é mesmo?) ou então a igreja evangélica brasileira entrou por uma estrada altamente perigosa. Jesus disse: “Mas o maior dentre vós há de ser vosso servo. Qualquer, pois, que a si mesmo se exaltar, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilhar, será exaltado”. (idem, 11 e 12)É que hoje vivemos a realidade defeituosa da “qualidade total”, dos projetos megalomaníacos de ostentação de números e poder em várias de nossas igrejas. É a sedução dos números e a sedução dos poderes. Para demonstrar o poder de Deus apresentam um relatório do número de pessoas que as freqüentam. E, para deixar mais oficial ainda, hierarquizam os ministérios, nomeando pastores simples, pequenos líderes de igrejas insignificantes, até os grandes apóstolos, detentores de maior poder e maior unção. Meu Deus, a que ponto estamos chegando! Por tantos anos lutamos contra a igreja institucional, a igreja-hierarquia, o romanismo, e agora estamos fazendo pior ainda, porque, não raras vezes, os chamados “apóstolos” não possuem qualidades espirituais, intelectuais ou morais nem para serem obreiros! É tão fácil virar apóstolo hoje em dia! Só fico pensando: o que virá, depois de apóstolo? Sim, porque haverá uma hierarquia, isso está no ser humano. Será superapóstolo? Será paipóstolo? Será querubim? Ou então será o semideus? Meu Deus...Eu sou um pastor. E o que me faz maior ou melhor que meus irmãos? Nada! Eu sou igual a eles, só recebi do Senhor uma incumbência, uma responsabilidade, e sou duas vezes responsável: responderei pelo que vivo e também pelo que ensino. Mas sou um irmão, e só isso! Respeito o bispado das denominações historicamente episcopais. Mas atualmente a questão não é essa. O que transforma um pastor num bispo, nos novos cultos evangélicos, tem mais a ver com abrangência, carisma e coleta, do que com administração. “Arrecadam mais, ajuntam mais gente”. E aonde está escrito que deveriam ser apóstolos quando alcançassem esses alvos? Hoje, ser pastor parece não ser mais suficiente. Missionário então, só os remanescentes R.R. Soares e David Miranda. Agora a moda é apóstolo, mesmo que não tenham sido testemunhas oculares do ministério de Jesus. Aliás, foi tão difícil achar um substituto para os doze, votaram em Matias, quando talvez Paulo devesse figurar entre eles, e agora temos verdadeiras fábricas de apóstolos. E o que eles têm de diferente? Dizem que são mais ungidos, que manipulam as forças espirituais com maior autoridade, etc. Claro: o pretexto é a abrangência do significado da palavra: missionário, fundador de trabalhos, pioneiro, etc. Ou então as novas profecias que vão aparecendo, recomendando a ressurreição e restauração do "ministério apostolar". E assim vamos caminhando, apostolando a igreja evangélica.Que Deus nos ajude a voltar às páginas da bíblia! Vamos parar de encaixar pessoas no versículo que cita “apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres” e vamos começar a ter a humildade de dizer: “sou só um servo do Senhor, e nada mais”. Paremos de ofuscar a beleza de Cristo com a feiura da vaidade humana! Paremos de nos autopromover, sob o pretexto da espiritualidade, e vamos fazer valer o nosso título de cristãos! Ministros: sejamos só irmãos, só pastores, isso já basta. Que Cristo cresça, e que nós diminuamos! Seja Deus engrandecido, e que o Espírito Santo nos ajude! Amém.

Wagner Antonio de Araújo, irmão em Cristo, chamado para servir como pastor no rebanho de Deus.Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SPbnovas@uol.com.br

terça-feira, 21 de agosto de 2007

ALICE COOPER. LEMBRA-SE DELE ?



Roqueiro cria centro cristão para jovens

Terça, 21 de agosto de 2007
O roqueiro Alice Cooper tem uma surpresa para quem o vê apenas como o homem de maquiagem preta assustadora, cujos shows incluem enforcamentos encenados, serpentes reais e muito sangue falso.
O autoproclamado "Príncipe das Trevas" está se dedicando à criação de um centro cristão para jovens em situação de risco em Phoenix, previsto para ser inaugurado em novembro.
Alice Cooper quer fazer do centro, que custará 7,3 milhões de dólares, situado na Universidade Grand Canyon, um lugar onde os adolescentes possam fugir das ruas e talvez se interessarem por uma carreira musical.
"Alguns desses garotos não têm uma chance", disse Cooper, 59 anos, à Reuters em entrevista. "O ambiente em que vivem só os ensina a se desviar de balas e virar bons criminosos."
"Se você levar um deles ao vício da guitarra, no lugar do crack, isso vai mudar a vida dele, ali mesmo."
Conhecido por canções como "School''s Out" e "Welcome to my Nightmare", o roqueiro virou cristão convicto há mais de 20 anos, depois de superar o alcoolismo.
Cooper ajudou a levantar 2 milhões de dólares para tirar o projeto do chão, através da fundação sem fins lucrativos Solid Rock, que fundou em 1995 com o pastor Chuck Savale.
O centro vai incluir um estúdio de gravação, sala de concertos e café com palco para apresentações. As atividades terão uma mensagem cristã de base.
Cooper nasceu com o nome Vincent Damon Furnier, filho de um vendedor de carros que virou pastor, mas abandonou a religião quando virou roqueiro.
"A coisa chegou ao ponto em que eu estava bebendo tanto que acordava pela manhã vomitando sangue", contou. "Os caras de minha profissão -- gente como Jimi Hendrix, Jim Morrison -- geralmente viviam até os 27 anos. Eu os vi bebendo até morrer e estava seguindo o mesmo caminho."
Ele decidiu abandonar a bebida, e dez anos depois tornou-se cristão convicto e passou a jogar golfe.
Fonte: Reuters

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

AREIA MOVEDIÇA

AREIA MOVEDIÇA

( Porque andamos por fé, e não por vista. 2 Co 5:7 )

Em busca da emoção! Nosso mundo vive buscando novas sensações, e que sejam cada vez mais intensas. É por isso que a Polícia Federal encontra tantos traficantes de maconha, cocaína, extasy e outras drogas alucinógenas. Se não houvesse quem comprasse (e pagasse caro), não haveria traficantes. Mas o povo quer sentir, quer chorar, quer rir, quer desmaiar de prazer! E a dose de amanhã terá que ser maior que a de hoje, pois o corpo julgará algo banal uma quantia similar apenas.

Nossas igrejas estão caminhando na mesma senda: os cultos são cada vez mais emocionais, cada vez mais apelativos ao estado emotivo dos cultuantes. Não é raro encontrarmos crentes migrando para outras igrejas, a dizer: “a minha igreja já deu o que tinha que dar; agora estou no ministério tal, porque lá o Espírito se derrama, há poder, há unção, o mover de Deus é fantástico!” É possível que esse entusiasmo todo dure uns dois anos. Logo esse crente correrá para outro ministério, e outro, e outro, buscando experiências que o levem cada vez mais ao “Santo Lugar”, ao estado emocional alterado. Talvez depois, frustrado, ele abandone a fé, porque “não sente mais a presença de Deus”...Esses cultos começam com canções alucinantes, partem para a exploração das dores e tragédias, entoam músicas contínuas similares aos mantras orientais, e constróem uma série de compromissos em lágrimas. Depois, no próximo culto, tem que ter um cardápio mais emotivo, com mais variedades, senão o povo evade. O próximo culto tem que trazer novidades.Isso é construir a fé sobre a areia movediça das emoções. Se estou feliz, Deus está comigo. Se prosperei, o Espírito está sobre mim. Se chorei ou me manifestei, recebi a unção. Se a igreja vibrou muito, um mover de Deus está naquele lugar. (aliás, “mover” é simplesmente trágico...)
Mas, aos desiludidos na fé, àqueles que já tomaram todos os porres emocionais e não encontram mais o que experimentar, quero apontar um outro caminho: o caminho da fé obediente, da fé em verdades bíblicas, da fé em um Deus permanente, da fé em uma salvação eterna, que não se perde no dia da tristeza e se reconquista no dia da alegria. Deus nos ama, tanto nos dias de sol quanto nos de chuva, tanto quando estamos por cima, quanto quando estamos por baixo.Para comprometer-se com essa fé, não são necessários grandes auditórios emocionais, grandes profetas ungidos com o "mover" de Deus. Uma igreja que ame a bíblia, ame aos irmãos e ame o próximo, e uma bíblia às mãos, já é o bastante. Comece a viver a palavra. Construa sua moral, sua índole, sua profissão, seu casamento, a educação de seus filhos, seu futuro, na Palavra de Deus. E adore-o sempre. Não duvide de sua presença, quando não o sentir junto de você. Ele continua aí, mesmo que você não o sinta. Ele nunca abandona os que são fiéis e sinceros. É promessa dele!Então você não afundará nas frustrações de emoções passageiras, mas construirá uma vida de vitórias, de realizações, e agradecerá pelas provações e pelos desertos também.Queira Deus que nossa fé seja fundamentada na duradoura Palavra, e não na instável emoção.Amém.

Por Pr. Wagner Antonio __._,_.___

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Vivendo com Medo de Perder a Salvação?

Vivendo com Medo de Perder a Salvação?

O medo é a ferramenta que o "sistema sacerdotal" usa para manter o controle.

Desde a queda do homem no Jardim do Éden até o presente momento, Satanás continua empenhado em convencer os homens que a vida eterna é alcançada pelas boas obras. É óbvio que essa é uma mentira bem no estilo do próprio "pai da mentira" - um rótulo descritivo atribuído a ele pelo Senhor Jesus Cristo quando censurou os fariseus:
"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira" [João 8:44]
Em todo o Novo Testamento há o ensino que refuta completamente a possibilidade de alguém poder salvar a si mesmo. Para obter (não alcançar) a vida eterna, é necessário recebê-la por meio da graça de Deus, ou nada feito.
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie." [Efésios 2:8-9; ênfase adicionada]
Contudo, devido à nossa natureza humana depravada, "tornar possível nossa entrada no céu" parece algo racional. E a razão principal por que toda religião falsa e organização secreta enfatiza o conceito é que existe um elemento lógico insidioso dentro desse ponto de vista, que envolve o medo nos corações de todos os adeptos. É mais ou menos assim: "Alcancei a salvação por causa de minhas boas obras e se eu deixar de praticá-las, vou perdê-la!"
Bingo! Este, meus amigos, é o temor maligno pelo qual milhões de pessoas foram e continuam a ser mantidos em servidão espiritual!
"Sacerdócio" é um termo ocasionalmente usado para descrever aqueles que usam esse temor para controlar e manipular os paroquianos. O catolicismo romano levou esse sistema à perfeição, mas algumas denominações protestantes também sucumbiram ao seu apelo. É um fato triste que tantas pessoas possam ser conduzidas para qualquer lugar pelos narizes se o espectro da condenação eterna foi colocado logo acima de suas cabeças.
Esse temor é justificável? Pode o ensino doutrinário ser encontrado na Palavra de Deus para apoiá-lo? NÃO!! Muito ao contrário - as Escrituras ensinam claramente o oposto, quando tudo o que elas dizem sobre o assunto é estudado com atenção. Considere o seguinte:
"E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nós também neste mundo. No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro. Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão." [1 João 4:16-21; ênfase adicionada]
"Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação." [2 Timóteo 1:7]
Portanto, para o crente, ter medo de perder a salvação é tão ridículo quanto uma criança que tem pais amorosos pensar que eles poderão mandá-la para fora de casa se ela não se comportar direito. Será se passaria pela cabeça desses pais "desfazer-se" daquela criança por mais desobediente e difícil que ela seja? A simples idéia já seria algo repugnante! Porém muitos cristãos nascidos de novo permitem ser convencidos que o Pai Celestial - o Deus amoroso e santo que graciosamente os recebeu em Sua família - mudará de idéia e por um capricho os enviará para o inferno se eles forem desobedientes. E eles passam a vida angustiados e preocupados se vão ou não para o céu quando morrerem. "Cometi pecados terríveis e certamente minha salvação foi perdida". Para esses temores patéticos (e totalmente infundados), somente temos de mostrar que 100% dos nossos pecados estavam bem no futuro quando o Senhor derramou Seu sangue precioso para pagar por eles na cruz.
Há então a idéia estúpida de "perder o nascimento". É possível reverter o nascimento físico? É claro que não e do mesmo modo não é possível perder o nascimento espiritual. Uma vez que recebemos o dom do Espírito Santo e Ele literalmente passa a residir dentro de nós, a vida eterna nos céus é tão certa como se já estivéssemos lá! Como podemos saber que isso é verdade? A Palavra de Deus nos diz!
"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou." [Romanos 8:28-30, ênfase adicionada]
Portanto, a despeito do fato que isto é difícil de compreender - os verbos "predestinou", "chamou", "justificou" e "glorificou" estão todos no tempo pretérito. Destarte, a partir da perspectiva de Deus, todos os crentes foram elevados até o ponto da glorificação. Nossa existência eterna com Ele nos céus é um assunto já resolvido e é irreversível porque nos tornamos parte de Sua família!
"Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem. [Hebreus 13:5-6; ênfase adicionada]
O erudito em língua grega Kenneth Wuest diz que essas negativas (os "não" destacados em negrito e sublinhado) precedem o verbo no texto grego original. Somente uma dessas afirmações da parte de Deus já seria infinitamente suficiente, mas Ele nos diz e repete para confortar os corações vacilantes e depravados de Seus filhos - aqueles a quem Ele resgata da família do Diabo e adota como Seus filhos.
"E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade." [Efésios. 1:5].
Finalmente, em Romanos 8, o apóstolo Paulo responde a todo possível "e se?" que um coração vacilante poderia imaginar no que se refere à perda da salvação:
"Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito:Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia;Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." [Romanos 8:33-39]
Portanto, à luz de todas essas afirmações do apóstolo Paulo, que foi especificamente comissionado por Deus para entregar as grandes doutrinas da fé para a igreja, por que iria um cristão genuíno permitir que um praticante do sistema sacerdotal o controle, insistindo no oposto? Todos os pregadores que adotam a posição doutrinária que a perda da salvação é possível - percebam eles ou não - estão tentando fazer as pessoas seguirem "pelo caminho estreito e difícil" mantendo essa terrível ameaça sobre suas cabeças.
Embora precisamos compreender que Deus realmente disciplina Seus filhos, a punição é dada por um Pai amoroso e não pelo Juiz de toda a criação:
"Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho." [Hebreus 12:6]

O amor - não o medo - é o princípio norteador ensinado no Novo Testamento e nosso maravilhoso Pai Celestial nos protegerá para sempre em seus braços amorosos.

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